ACM Neto amplia articulação na Bahia enquanto PT enfrenta divergências internas
O cenário político da Bahia começa a ganhar novos contornos com a aproximação das eleições de 2026. De um lado, o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, intensifica articulações e amplia sua base de apoio. Do outro, o grupo governista liderado pelo PT lida com divergências internas que chamam a atenção nos bastidores.
Oposição aposta em unidade e articulação antecipada
Nos últimos meses, ACM Neto tem reforçado o diálogo com lideranças políticas em diferentes regiões do estado. A estratégia inclui aproximação com prefeitos, partidos aliados e nomes influentes do interior, com o objetivo de consolidar uma frente de oposição mais coesa.
Aliados avaliam que a antecipação dessas articulações pode fortalecer o grupo para a disputa estadual, além de abrir espaço para a construção de uma chapa competitiva.
Divergências internas marcam ambiente no PT
Enquanto isso, o PT enfrenta um momento de ajustes internos. Diferenças de posicionamento entre lideranças históricas do partido, como o senador Jaques Wagner e o ministro da Casa Civil Rui Costa, têm sido apontadas nos bastidores como um fator de tensão.
Integrantes do partido, no entanto, afirmam que o diálogo permanece aberto e que eventuais divergências fazem parte do processo político, especialmente em um cenário de definição de estratégias futuras.
Governo busca equilíbrio político
O governador Jerônimo Rodrigues atua como peça central na tentativa de manter a unidade do grupo governista. A prioridade, segundo aliados, é garantir estabilidade política e alinhar as lideranças em torno de um projeto comum para o estado.
Analistas avaliam que a capacidade de articulação interna do governo será determinante para o desempenho do grupo nas próximas eleições.
Disputa deve se intensificar até 2026
Com movimentações já em curso, a tendência é de intensificação das articulações políticas na Bahia nos próximos meses. A oposição busca capitalizar o momento de reorganização, enquanto o grupo governista trabalha para preservar sua base e evitar desgastes internos.
O cenário segue em aberto, mas já indica uma disputa mais estruturada e estratégica rumo a 2026

